17 de novembro de 2007

Um ensaio qualquer ... II

E afinal, descobre-se que NÃO existe "pinto" que valha criar laços afetivos. Fica tudo mais claro agora, podem me chamar de mal-amada. Alguém me disse uma vez, ou você ama o corpo, ou a alma. Não posso ver afirmação mais correta, apesar de muitos acharem que com o tempo cria-se um amor pleno, eu duvido. Acredito que existam pessoas especiais, e talvez eu me apaixone por alguém a cada semana, mas logo passa. Nada é para sempre, então acostumem-se de uma vez por todas com isso. É um festival do eu te amo, dura três meses, às vezes um ano ou três, mas no final, todo mundo se mostra um grandissíssimo de um fdp, e a magia acaba, e as pessoas sofrem e choram.
É mais feliz acreditar em uma verdade inventada.
Tenho levado uma vida junkie, e creio que entre um porre ou outro vomitei meu coração. Não me importo, ele tinha morrido há tempos. Pra mim existem dois tipos de amor, o da minha família e o dos meus amigos. E só esses que me permito. E há aqueles que dizem que vou me apaixonar, mas eu digo não, não e não. A felicidade está em criar limites. E hoje EU decido.

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